A ação chegou
Sua empresa foi citada e o prazo já está correndo. A resposta exige técnica, prova e uma tese que organize a defesa, não uma peça genérica feita às pressas.
Ação que precisa ser respondida, cliente ou parceiro que não paga, risco de bloqueio e penhora, disputa entre sócios que trava o negócio. A Valezin & Malavazzi é uma advocacia empresarial boutique, de atuação técnica e artesanal, que estrutura a estratégia processual de cada disputa com método, leitura de risco e foco na proteção do patrimônio. Sorocaba/SP e região.
Um processo não é apenas um conjunto de prazos a cumprir. É uma sucessão de escolhas, sobre o que alegar, em que ordem, com que prova, em qual via, e cada escolha repercute no tempo, no custo e no desfecho. A diferença entre uma defesa que apenas reage e uma defesa que conduz está, quase sempre, no trabalho feito antes de protocolar.
Quando a citação chega, o relógio começa a correr. Há prazo para contestar, há prova a reunir, há risco de tutela de urgência e de constrição de bens enquanto a discussão se desenrola. Agir cedo, com leitura técnica do que está em jogo, costuma abrir mais caminhos do que reagir no último dia. E quando é a empresa quem precisa cobrar, ter um crédito documentado não basta: a recuperação efetiva depende da via escolhida e da rapidez com que se age para localizar e resguardar o patrimônio do devedor.
Não trabalhamos com promessa de ganho de causa, isso seria desonesto e, ademais, vedado. Trabalhamos com estratégia: mapear o risco real, escolher o caminho processual mais adequado e sustentá-lo com técnica e prova.
Sua empresa foi citada e o prazo já está correndo. A resposta exige técnica, prova e uma tese que organize a defesa, não uma peça genérica feita às pressas.
Cliente, parceiro ou fornecedor que descumpriu o contrato e ignora a cobrança. O crédito existe; falta a via certa para transformá-lo em pagamento.
Há ameaça de constrição de contas, bens e faturamento. Quanto antes se atua, mais espaço há para discutir, garantir ou afastar a medida.
Um processo parado há anos consome tempo, dinheiro e atenção da gestão. Revisar a estratégia pode destravar o que está estagnado.
Conduzimos a disputa do começo ao fim, em juízo ou fora dele. Cada frente abaixo parte de uma leitura técnica do caso concreto e da sua documentação, com estratégia desenhada para o resultado que a empresa busca, sempre dentro dos limites da técnica e da ética.
Atuamos tanto na defesa de ações movidas contra a empresa quanto na propositura de demandas em seu favor, com a tese e a prova organizadas em torno de uma estratégia clara.
Cobrança judicial e extrajudicial de quem não paga, com escolha da via mais eficiente para cada título e foco em localizar e resguardar o patrimônio do devedor.
Pedidos de tutela de urgência para resguardar direitos que não podem esperar o fim do processo, seja para garantir, seja para afastar uma medida iminente.
Disputas entre sócios, apuração de haveres, exclusão e retirada, e conflitos sobre o cumprimento de contratos empresariais, com cuidado para preservar o negócio.
Atuação em câmaras arbitrais e em mediação, quando o caso recomenda uma via mais célere, técnica e reservada do que o Judiciário comum.
Antes da peça, o plano: o que alegar, em que ordem, com que prova e por qual via. É o trabalho que diferencia reagir ao processo de conduzi-lo.
Atuação para resguardar os bens da empresa e dos sócios diante de constrições, com discussão sobre limites de responsabilidade e legitimidade das medidas.
Análise do cenário antes de litigar: o que está em jogo, qual o risco real e quais os caminhos possíveis, para decidir com informação e não no escuro.
Um método claro, pensado para que você decida com segurança a cada passo. A estratégia vem antes da peça, e nada se faz sem o seu aval.
Você nos conta a situação e reunimos os documentos essenciais (citação, contrato, títulos, histórico do processo). Sem compromisso e em sigilo, entendemos o que está em jogo.
Mapeamos o risco real, as teses disponíveis e os caminhos possíveis, em juízo ou fora dele. Apresentamos o cenário com franqueza, incluindo o que joga contra.
Definimos juntos a via, a ordem das medidas e o que é urgente. Se houver risco iminente de constrição ou prazo a vencer, agimos primeiro no que não pode esperar.
Redigimos as peças, sustentamos a tese e acompanhamos o processo de ponta a ponta, com comunicação clara a cada etapa relevante e ajuste de rota quando o caso pede.
Litigar, ou se defender de um litígio, gera receio quanto a custo, tempo e desgaste. Abaixo, as preocupações que mais ouvimos de quem decide, respondidas com franqueza.
Demora existe, mas não é a regra única. A estratégia certa influencia tanto o resultado quanto o tempo: escolher a via adequada, usar medidas urgentes quando cabíveis e organizar a prova desde o início costuma encurtar caminho e reduzir desgaste. Há ainda situações em que uma solução negociada, conduzida com firmeza técnica, resolve mais rápido do que a sentença.
A atuação antecipada quase sempre protege melhor. Antes da citação, há espaço para reunir prova, ajustar contratos, documentar o crédito e mapear o patrimônio em disputa. Depois que o prazo começa a correr, parte das opções se estreita. Procurar cedo não significa litigar cedo; significa decidir com informação antes que o tempo decida por você.
Depende da via e da rapidez. Há caminhos mais eficientes conforme o tipo de título e o perfil do devedor, e o sucesso da recuperação está muito ligado a agir antes que o patrimônio se dissipe. Fazemos uma leitura realista da chance concreta de êxito de cada caso, sem prometer o que não se pode garantir, justamente para que você invista esforço onde há perspectiva legítima de retorno.
Por isso a estratégia importa. Nem todo conflito precisa de embate aberto: arbitragem, mediação e composição existem para resolver com técnica e reserva. Quando o litígio é inevitável, conduzi-lo com método tende a reduzir o desgaste, não a ampliá-lo. A decisão sobre como atuar é sempre sua, com nosso aconselhamento honesto sobre os prós e contras de cada via.
Não há resposta única para um litígio empresarial. A escolha da via depende do que está em jogo, da urgência e do que a empresa busca. O quadro abaixo orienta; a definição vem sempre da análise do caso concreto.
| Situação | Via que costuma se aplicar | O que buscamos |
|---|---|---|
| Empresa foi citada em uma ação | Defesa com estratégia processual | Organizar a tese e a prova para conduzir a disputa, não apenas reagir ao prazo |
| Cliente ou parceiro não paga | Execução ou cobrança, conforme o título | Transformar o crédito em pagamento pela via mais eficiente para o caso |
| Risco iminente de bloqueio ou penhora | Medida urgente (tutela) | Resguardar bens e direitos enquanto a discussão de fundo se desenrola |
| Conflito entre sócios | Litígio societário, ação ou via consensual | Resolver a disputa preservando, sempre que possível, a continuidade do negócio |
| Descumprimento de contrato empresarial | Demanda contratual ou arbitragem | Fazer valer o contrato ou recompor o prejuízo, conforme o que foi pactuado |
| Disputa que pede celeridade e reserva | Arbitragem ou mediação | Buscar solução técnica, mais rápida e confidencial do que a via comum |
Respostas diretas às dúvidas mais comuns de quem precisa defender a empresa ou recuperar o que lhe é devido.
É a área que cuida das disputas judiciais e extrajudiciais que envolvem a empresa: ações em que ela é ré ou autora, cobranças e execuções, conflitos entre sócios, descumprimento de contratos, medidas urgentes e defesa do patrimônio. Diferentemente da advocacia preventiva, atua quando o conflito já existe ou se mostra inevitável, e por isso depende fortemente de estratégia processual.
O primeiro passo é não deixar o prazo correr sem resposta, pois o silêncio costuma agravar a situação. Reúna a citação e os documentos relacionados ao caso e procure orientação técnica o quanto antes. A partir daí, analisamos o que está sendo pedido, qual o risco real e qual a melhor linha de defesa, organizando a tese e a prova dentro do prazo. Agir cedo amplia as opções disponíveis.
Depende do que documenta a dívida. Alguns créditos permitem execução direta; outros exigem ação de cobrança para primeiro reconhecer o débito. Avaliamos o título, o perfil do devedor e a chance concreta de recuperação, e definimos a via mais eficiente, judicial ou extrajudicial. A rapidez é importante: quanto antes se age, maior a chance de localizar e resguardar o patrimônio do devedor.
É uma medida que pode ser pedida ao juiz para resguardar um direito que não pode esperar o fim do processo, quando há urgência e elementos que sustentem o pedido. Serve tanto para garantir algo de imediato quanto para afastar uma medida iminente, como um bloqueio. Por sua natureza, exige fundamentação técnica sólida e agilidade, já que o tempo é o elemento central.
Pode valer, conforme o caso. A arbitragem tende a ser mais célere, técnica e reservada do que o Judiciário comum, o que interessa em disputas empresariais sensíveis. Em contrapartida, tem custos próprios e depende, em regra, de previsão contratual. Avaliamos se o seu caso comporta essa via e, quando for o caso de contratos futuros, orientamos sobre a inclusão da cláusula adequada.
Em muitas situações, sim. Mediação, negociação e composição conduzidas com firmeza técnica resolvem parte dos conflitos sem processo, com menos custo e desgaste. Nem sempre é possível, e há casos em que litigar é a única forma de proteger a empresa. Nosso papel é avaliar com honestidade quando o acordo é o melhor caminho e quando a disputa precisa ser enfrentada.
Não há prazo fixo, e seria desonesto prometer um. O tempo varia conforme a complexidade do caso, a via escolhida, o comportamento da outra parte e o ritmo do Judiciário. O que a estratégia faz é influenciar esse tempo: medidas urgentes, soluções negociadas e a escolha certa da via podem encurtar o caminho em comparação a uma condução passiva.
Não, e desconfie de quem garante: prometer resultado é vedado pela ética profissional e tecnicamente impossível, porque a decisão é do julgador. O que oferecemos é trabalho técnico, leitura honesta do risco e estratégia construída para maximizar as chances dentro do que o direito e a prova permitem. Apresentamos sempre o cenário real, incluindo o que pesa contra.
Os honorários dependem da complexidade, da via e do tipo de atuação, e são definidos com clareza antes de qualquer trabalho, sem surpresas no meio do caminho. Na análise inicial, entendemos o caso e apresentamos a forma de atuação e a respectiva proposta, para que você decida com todas as informações. A conversa inicial é sem compromisso.
Começa por uma análise inicial, sem compromisso e em sigilo. Você nos conta a situação e, se houver, encaminha os documentos relevantes. Fazemos a leitura de risco, apresentamos os caminhos possíveis e, havendo acordo sobre a forma de atuação, seguimos para a condução do caso. Você decide cada passo com informação, e nada é feito sem o seu aval.
Se a sua empresa foi citada, precisa cobrar quem não paga ou enfrenta uma disputa que se arrasta, conte rapidamente o seu caso. Faremos uma leitura inicial do cenário, sem compromisso e em sigilo, para indicar os caminhos possíveis.
Análise inicial sem compromisso. Procuramos responder o mais breve possível. Seus dados são tratados em sigilo, conforme a LGPD.